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Gerador de hash

O resumo MD5, SHA-1 ou SHA-2 de um texto, calculado no seu aparelho.

Resultado
Cole ou digite acima para ver o resultado aqui.

Seus arquivos ficam no seu dispositivo

Esta ferramenta roda inteiramente no seu navegador. O que você cola é processado no seu dispositivo e nunca é enviado a um servidor, então é seguro usar com tokens, chaves e textos não publicados.

Como funciona

  1. Cole o texto. Ele é tratado como bytes UTF-8, então o resultado bate com sha256sum ou openssl dgst no mesmo arquivo UTF-8.
  2. Escolha o algoritmo. SHA-256 é o padrão e a escolha certa para coisa nova; MD5 e SHA-1 estão aí para conferir somas antigas.
  3. Toque em Gerar hash. O resumo aparece em hexadecimal minúsculo.
  4. Compare com o valor esperado. Um único caractere diferente significa entrada diferente, mesmo que seja só uma quebra de linha no fim.

Perguntas frequentes

Meu texto é enviado para calcular o hash?
Não. SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 usam a API Web Crypto do navegador, e o MD5 é uma implementação pequena dentro da página. Nada é transmitido, então dá para resumir segredos, tokens ou dados pessoais com segurança.
Posso guardar senhas com MD5 ou SHA-256?
Não. Hashes simples são rápidos demais; numa placa de vídeo dá para testar bilhões de tentativas por segundo. Senhas exigem um algoritmo lento e com sal feito para isso: bcrypt, scrypt ou Argon2id. Esta ferramenta é para somas de verificação e impressões digitais.
Por que MD5 e SHA-1 aparecem como legados?
Os dois têm ataques de colisão viáveis: dá para fabricar duas entradas diferentes com o mesmo hash. Ainda servem para detectar corrupção acidental, mas não para assinaturas, certificados ou qualquer coisa em que um atacante escolha a entrada.
Por que meu hash difere do de outra ferramenta?
Quase sempre porque os bytes diferem: uma quebra de linha no fim, fins de linha CRLF, uma marca de ordem de bytes, ou outra codificação como Shift_JIS ou UTF-16. Hash é sobre bytes, não sobre a aparência do texto.

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